Postagens

Mostrando postagens de janeiro, 2026

O ESPERANTO É ARTIFICIAL??

ESPERANTO E ARTIFICIALIDADE ESPERANTO E ARTIFICIALIDADE Adelson Sobrinho - nosleda2k20@gmail.com Os linguistas, ou seja, os cientistas que descrevem e tentam explicar as línguas em geral, são quase unânimes em afirmar que todos os idiomas do planeta são criações humanas, uma vez que o instrumento de comunicação verbal não nasceu como os vegetais; daí ser incoerente o nome de natural, que geralmente as pessoas associam às línguas nacionais. As pessoas que não têm conhecimento profundo da questão do planejamento linguístico teimam em afirmar que uma língua como o Esperanto não tem fundamento, porque acreditam ser ela um artefato, ou seja, algo artificial, inventado num gabinete. Com exceção dos linguistas ou beletristas, ou seja, aqueles com formação em Letras, são poucos os que têm conhecimento da Interlinguística, ou da Linguística que trata das línguas planejadas. À proporção que nos aprofundamos na estrutura do Esperanto e a comparamos com as demais línguas existentes, chegamos à c...

PALAVRA

Nenhuma palavra responde por si; Quem responde por elas são aqueles que as prolatam: os coenunciadores na relação dialógica(Adelson Sobrinho.31012026)
SISTEMA FONOLÓGICO DO ESPERANTO – LÍNGUA PLANEJADA INTERNACIONAL Sistema fonológico Sistema fonêmico plenamente regular: composto de 28 fonemas correspondentes a 28 grafemas, na razão de 1:1, ou seja, a cada som corresponde uma, e somente uma, letra. A B C Ĉ, D E F G Ĝ H Ĥ I J Ĵ K L M N O P R S Ŝ T U Ŭ V Z Sistema vocálico Sistema regular, cujos 5(cinco) grafemas correspondem a a 5(cinco) fonemas, numa relação de 1:1, sem variação fonêmica. Anteriores Centrais Posteriores ou velares Altas /i/ /-/ /u/ Médias /e/ /-/ /o/ Médias /-/ /-/ /-/ Baixa /-/ /a/ /-/ (/-/) – Não são pertinentes. Assim, ocorrem 5(cinco), e apenas cinco, fonemas vocálicos: Fonema Esperanto Português /a/ Kalo Calo /e/ Kelo Adega /i/ Kilo Quilo /o/ Kolo Pescoço /u/ Kulo Mosquito “A língua Esperanto deu a cada letra uma pronúncia clara, rigorosamente definida e sempre a mesma; graças a isso a questão ortográfica absolutamente não existe na língua planejada: depois de um quar...

SISTEMA FONOLÓGICO DO ESPERANTO

Sistema fonológico Sistema fonêmico plenamente regular: composto de 28 fonemas correspondentes a 28 grafemas, na razão de 1:1, ou seja, a cada som corresponde uma, e somente uma, letra. A B C Ĉ, D E F G Ĝ H Ĥ I J Ĵ K L M N O P R S Ŝ T U Ŭ V Z Sistema vocálico Sistema regular, cujos 5(cinco) grafemas correspondem a a 5(cinco) fonemas, numa relação de 1:1, sem variação fonêmica. Anteriores Centrais Posteriores ou velares Altas /i/ /-/ /u/ Médias /e/ /-/ /o/ Médias /-/ /-/ /-/ Baixa /-/ /a/ /-/ (/-/) – Não são pertinentes. Assim, ocorrem 5(cinco), e apenas cinco, fonemas vocálicos: Fonema Esperanto Português /a/ Kalo Calo /e/ Kelo Adega /i/ Kilo Quilo /o/ Kolo Pescoço /u/ Kulo Mosquito “A língua Esperanto deu a cada letra uma pronúncia clara, rigorosamente definida e sempre a mesma; graças a isso a questão ortográfica absolutamente não existe na língua planejada: depois de um quarto de hora de estudo, isto é, o simples conhecimento do alfabeto, ...
O Esperanto e sua Trajetória Sociolinguística: Entre Planejamento Linguístico, Ecologia das Línguas e Intercompreensão Internacional 1. Introdução A língua planejada Esperanto celebra, em 2026, seu centésimo trigésimo nono aniversário (1887–2026), um marco que convida a reconsiderar sua relevância no cenário linguístico contemporâneo. Criado por L. L. Zamenhof como instrumento neutro de comunicação internacional, o Esperanto ultrapassou o estatuto de projeto idealista e consolidou-se como língua funcional, com comunidade de fala, produção cultural própria e mecanismos internos de normatização. Essa trajetória singular o insere de maneira privilegiada nos debates sobre interlinguística, planejamento linguístico e ecologia das línguas, campos que investigam, respectivamente, o estudo das línguas planejadas, a intervenção consciente em sistemas linguísticos e as relações entre línguas em ambientes socioculturais complexos. 2. O Esperanto no Campo da Interlinguística A interlinguística, ...

EDUCAÇÃO DAS SENSIBILIDADES

" Sem a educação das sensibilidades, todas as habilidades são tolas e sem sentido". Rubem Alves, In.: O Professor que inspira. Andrade, Fabiana. 1.ed. Recife, PE: Prazer de Ler, p.5, 2024.

Dora Incontri: "a educação foi sequestrada pelo neoliberalismo"

Imagem

OBEDIÊNCIA?

Obedecer só, e somente só, o fruto de minha obediência beneficiar a mim, à sociedade na qual estou inserido e à aquele que me a impõe. Do contrário uso de meu direito inalienável de ser irreverente e rebelde. (Adelson Sobrinho)

SEA

A Sociedade Espírita-Esperantista (SEA) é uma organização religiosa fundada em 7 de setembro de 2008 em Brasília-DF, Brasil. A SEA tem como objetivo principal a divulgação do espiritismo pelo esperanto. A denominação da SEA foi alterada de "Associação Brasileira de Esperantistas-Espíritas" para "Associação Espírita-Esperantista" em 13 de agosto de 2023. A SEA não cobra anuidades e conta com o apoio financeiro dos membros e amigos da instituição para cumprir seu objetivo estatutário. seae.org.br +1 A SEA também se dedica a prover bibliotecas de Centros Espíritas com livros espíritas em esperanto e livros para o aprendizado da língua, além de impressão de brochuras e revistas divulgadoras da SEA. A instituição busca financiar seus projetos através de doações mensais e eventos. Sympla seae.org.br A SEAE Sympla SEA - Spiritisma Esperanto-Asocio - Produtor - Eventos e Conteúdos na ... Exibir tudo Ícone da Web global konsolanto.org https://konsolanto.org › pt › so...
Para mim, *idiossincrasia* é o modo absolutamente singular de cada indivíduo ser e estar no mundo. Quando alguém aprende a pensar por si, não necessita de influenciadores nem de seguidores. O único Ser verdadeiramente digno de ser seguido é Jesus, o Cristo. Fora disso, muito do que se propaga nas redes sociais não passa de egoísmo, orgulho e vaidade. Diante desse cenário, resta-nos perguntar: para onde caminha a humanidade.”(Adelson Sobrinho)

Origem das desigualdades entre os homens

Ao longo da história, muitas instituições religiosas, ao se apresentarem como detentoras exclusivas da verdade, acabaram impondo limites severos ao avanço do conhecimento humano. Ao priorizarem dogmas rígidos e estruturas de poder, criaram barreiras que retardaram descobertas científicas, sufocaram o pensamento crítico e restringiram a liberdade intelectual. Esse atraso acumulado — que facilmente se estende por séculos — contribuiu para a manutenção de hierarquias sociais artificiais, legitimadas como ‘vontade divina’. Assim, a desigualdade não nasceu apenas de fatores econômicos ou políticos, mas também de sistemas simbólicos que moldaram mentalidades, justificaram privilégios e impediram que a humanidade avançasse de forma mais justa e equilibrada.”(Adelson Sobrinho, 16012026)

ESPERANTO-METIEJO DE MADRAGOA: 10) LA SIMPLA FUTURO KAJ LA PARTICIPA KAJ GERUNDIA...

ESPERANTO-METIEJO DE MADRAGOA: 10) LA SIMPLA FUTURO KAJ LA PARTICIPA KAJ GERUNDIA... : Por lokalizi vortojn kaj sufiksojn, kunpremu Ctrl+F             SÉRIE DE EXERCÍCIOS DE 12.01.2026 51.   Ĉu  la sekretoj de la universo iam e...

EU-MENINO, ME NINO!(Adelson Sobrinho), 12012026

“O menino que ainda me habita” Há um menino que nunca me deixou. Ele vive num canto da memória, onde a alegria ainda reina e a ilusão ainda tem voz. Quando fecho os olhos, posso vê-lo correndo, leve, como se o mundo fosse feito apenas de manhãs. Mas o tempo, esse escultor paciente, me fez idoso. E quando a tristeza chega — e ela sempre chega — eu retorno ao menino. Me nino como quem volta para casa depois de uma longa viagem. Nesse gesto simples, quase sagrado, a realidade perde força, perde forma, perde fala. E eu, por um momento, volto a ser inteiro.
As incríveis histórias dos gestos de amor (Revista Aventuras na História, maio 2006) Algumas práticas amorosas do passado continuam fazendo sucesso até hoje. É o caso do french kiss, o beijo de língua, que ganhou esse nome dos ingleses no século 17. Na época, os puritanos da Inglaterra ficaram impressionados com o grau de libertinagem que caracterizava o beijo em terras gaulesas e batizaram o voluptuoso gesto de beijo francês. O curioso é que, na França, ele ficou conhecido como english kiss – os franceses associavam a palavra à importância que os ingleses davam àquela carícia labial, que para eles, franceses, era tão comum. No Japão, o beijo é chamado de kissu (importado do inglês kiss) e só começou a ser feito em público pelos casais nas últimas décadas, com a influência da cultura norte-americana no país. Outros gestos não fariam sucesso hoje. É o caso das pisadelas e dos beliscões, práticas trazidas de Portugal que se tornaram populares no Brasil no século 19. “Tratava-se de...